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Saudades do Algarve
27 Fevereiro, 2008 · Sem Comentários
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Back to Portugal?
24 Fevereiro, 2008 · Sem Comentários
Several times in the past we thought on moving to Portugal, while the entire family wanted to do this I never felt the desire to do so. I live in Belgium since October 1993 and all I have I owe to this country, that is why I became a Belgian citizen in the Summer of 1997. Here is the place where I feel home and where I have the people who are always next to me. Belgium is the country that stands beside me when I need.
Now I came to a stage in my life that I don’t even want to return on a holiday, I don’t feel that Portugal is my home, I feel that the people are so strange to me as people from another planet, but I keep following the news there. This Summer I will return to Portugal to meet the new babies in the family, but afterwords? Well, God knows…
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Tuga no Algarve
28 Setembro, 2007 · Sem Comentários
Albufeira, portugal
Upload feito originalmente por SeattleTony
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O Folhetim dos McCann
7 Setembro, 2007 · Sem Comentários
A sociedade sempre teve pessoas diferentes que de uma maneira ou de outra fazem mal às crianças, e talvez seja a altura indicada para se começar a pensar no rolo que a televisão e cinema têm no meio de tudo isto. As nossas crianças são continuamente expostas a actos de violência, competição, assassinatos e crime quer nos seus programas quer nos programas que seguem com os pais. São igualmente induzidas a começarem a consumir álcool em bebidas com sabor a frutas, pouco a pouco começam a ser apresentadas à pornografia e ao sexo através de e-mails, publicidades, anúncios de programação televisivapara adultos no intervalo dos programas para crianças, etc.
Será que são estes os valores que queremos transmitir às gerações vindouras? Estamos numa altura em que se luta contra tudo o que é educação, valores e costumes e apregoa-se a liberdade da desorganização, da destruição, do desrespeito e depois ficamos admirados ao ver como as crianças e os jovens se comportam, já para não ver a filosofia de muitas empresas, que pensam que ter sucesso é passar por cima de tudo e todos sem olhar a valores como lealdade e respeito.
Por isso não é de admirar que com a internet apareça mercado para certo tipo de pessoas que se sentem atraídas por crianças ou mesmo bébés e que as utilizem para dar azo às suas fantasias. Felizmente são uma minoria, mas com as suas acções são capazes de destruir vidas inteiras.
Sei que sou utópico mas gostaria de ver cidadãos envolvidos na defesa dos direitos das crianças e dos idosos, na defesa dos doentes e dos mais desfavorecidos, sonho com um Mundo onde se pague salários justos pelo trabalho prestado e onde haja bons cuidados de saúde…
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Linha de Cascais
21 Maio, 2007 · Sem Comentários
Tenho saudades, imensas saudades, saudades de entrar no comboio e fazer o trajecto Lisboa - Cascais e de ver a paisagem mais bonita do Mundo. Essa paisagem faz qualquer um sonhar depois de um dia de trabalho, de um dia atarefado. É o privilégio de ver tanta coisa bonita num espaço tão pequeno. Até o barulho e o cheiro do comboio são únicos! A linha de Cascais é para mim a linha de caminho-de-ferro mais bonita que conheço, quer seja no inverno quer seja no verão. No inverno há aquela humidade no ar, os vidros embaciados, as gabardinas e chapéus-de-chuva molhados, e no verão voltamos para casa à pressa para ainda ir-mos tomar uma banhoca à praia… É assim a linha de Cascais!
Há uns anos atrás estava de férias na Normandia e estive entre Cherbourg e o Cap de la Hague e tive a sensação agradável que estava em Carcavelos, Estoril ou Cascais, só faltava o comboio, porque de resto, até a luminosidade, o mar e as ruas eram iguais! Que bom, foi ver a Linha a poucas centenas de quilómetros de casa.
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Obrigado PS
6 Dezembro, 2006 · Sem Comentários
Venho por este meio comunicar que eu não votei no PS e por isso não sou de forma alguma responsável pelas asneiras que este Governo tem vindo a fazer. Os nossos governantes podem estar todos satisfeitos pelo facto de terem aumentado o Salário Mínimo em 4,4%, mas a pergunta fica aqui, “quem é que consegue viver com apenas € 403 por mês?” Atrevo-me a perguntar porque é que os Governantes não dão o exemplo nesta Europa dita “social”, é sempre quem trabalha quem tem “de apertar o cinto”. Eles trabalham um ou dois anos e têm direito a pensões milionárias e depois atrevem-se a dizer que os salários estão baixos por causa da competitividade e outras enormidades que tais. Neste momento assiste-se à deslocação de inúmeras empresas da Europa para a Ásia para ser possível acumular mais e mais lucros, mas o preço que a Europa está a pagar é o desemprego que sobe de maneira nunca antes vista. Depois temos os nossos políticos a dizer com um grande palavriado que precisamos de alguns milhões de imigrantes para assegurar o trabalho e o pagamento das pensões na Europa. Será que estes senhores percebem o que estão a dizer e a catástrofe económica e social que estão a provocar?
Cada vez que vou a Portugal de férias fico espantado como diversos bens de consumo corrente são tão caros ou mais que na Europa dita desenvolvida, e pergunto-me como é que é possível sobreviver com salários semelhantes. No ano passado tive uma conversa com uma família Holandesa que vive em Portugal desde que se reformou e eles disseram-me que não sabem como é que os Portugueses fazem para viver. Na verdade, grande parte da população portuguesa não vive, sobrevive. Mas o que eu também achei interessante é que grande parte das pessoas que eu vi têm um ou mais télémóveis e todos esses de uma gama superior ao meu. Há coisas que não compreendo.
O que também não compreendo são as tarifas cobradas pelos ditos “médicos particulares”. Aqui na Bélgica não há Serviço Nacional de Saúde, mas todos os médicos são particulares, e por uma consulta de clínica geral pago € 20,50 e por uma consulta com um especialista pago € 61,50, recebendo depois quase a totalidade da consulta na mesma semana. Será que em 32 anos de Democracia não houve um Ministro da Saúde Português que não teve tempo de estudar este sistema de saúde maravilhoso que existe na Bélgica? Para dar apenas um exemplo, há 4 anos atrás o meu filho precisou de ser operado ao olho esquerdo e eu perguntei ao oftalmologista quando é que havia vaga para a operação e quanto iria custar. Ela olhou a agenda do hospital e disse que a operação sería daí a dois dias e que eu pagaria € 25!!! Continuar a escrever para quê? Um destes dias ainda vou escrever sobre a educação…
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Regresso merecido
29 Julho, 2006 · Sem Comentários
No Correio da Manhã de hoje:As fronteiras estarão cheias durante todo este fim-de-semana. Milhares de emigrantes chegam de carro para passar as férias de Agosto ao sol do País que os ‘obrigou’ a partir à procura de melhor vida. Já quase não há histórias da ‘mala de cartão’, nem das idas a ‘salto’ de há algumas décadas. O Mundo mudou muito e Portugal também. Mas, mesmo assim, a emigração ainda é compensadora: pelo dinheiro que se ganha nos países acolhedores. As ‘vacances’, essas, mantêm-se, bem como alguns tiques de linguagem.
António Teixeira, 43 anos, carrega a velhinha carrinha Renault de nove lugares com as últimas compras feitas em Espanha. Atesta o depósito com gasolina mais barata (menos 20 cêntimos por litro) e prepara-se para cumprir as últimas duas horas de viagem de regresso a Vila Nova de Gaia, a terra natal. Nota-se que está cansado. Mas a vontade de chegar a casa e rever os cinco filhos é superior à fadiga provocada por 16 horas ao volante. Este fim-de-semana, gestos como os de António Teixeira serão aos milhares no posto fronteiriço de Vilar Formoso. Os emigrantes estão de regresso, com muitas saudades na bagagem e vontade de um dia voltar definitivamente. A diferença de ordenados, porém, vai adiando esse sonho.
António nunca se deu ao trabalho de fazer as contas. Mas tendo em conta o tempo a que está a trabalhar em Neuchatel (Suíça) – 20 anos – e a frequência com que vem a Portugal – duas vezes por ano – já percorreu mais de 160 mil quilómetros de carro. O suficiente para dar quatro voltas completas à terra. Nada que o faça sentir-se mais nem menos do que os outros. O que o preocupa é o sustento da família e a possibilidade de amealhar uns tostões para uma velhice tranquila. “Cá era mestre pasteleiro, lá sou trolha. A vida é dura mas chegamos ao fim do mês e compensa”, afirma este fã do FC Porto.
No início, quando decidiu arriscar além-fronteiras, passou um mau bocado. “Teve que ser o meu irmão a emprestar-me dinheiro para enviar para casa e dar de comer aos filhos”. Agora, o desejo de voltar em definitivo a Gaia é grande. “Mas não vou lá deixar 20 anos de suor”, justifica.
À espera da reforma da mulher está também Manuel Rasteiro, 65 anos, residente em Nave de Haver, no Sabugal. A trabalhar desde os 24 anos na fábrica de pneus da Michelin, em Clermont Ferrand, nas proximidades de Lyon (França), aposentou-se há um ano. “Encontro a vida mais fácil lá, a nível da saúde e da Segurança Social”, explica o reformado. Tal como milhares de emigrantes, Manuel Rasteiro faz os 1200 quilómetros de carro quando vem acompanhado da família. Fica mais barato e pode trazer-se mais bagagem. Se viajar sozinho, “compensa mais vir de camioneta”.
OUTROS TEMPOS
Armando da Cruz, 43 anos, prefere o avião sempre que os dois filhos não o acompanham nas férias em Portugal. Há 40 anos a residir em Orleans, França, onde trabalha num armazém de móveis e electrodomésticos, já não tem conta às viagens que fez até Alcobaça, onde tem familiares. E recorda como se fosse hoje as penosas travessias de carro, feitas com o pai. “Era um castigo. Demorávamos quase três dias e, uma vez, o nosso carro até foi baleado no País Basco (Espanha). Quando chegávamos à fronteira, tínhamos de esperar pela manhã, pois as cancelas só abriam às 07h00”.
Hoje, tudo está diferente. Os emigrantes têm melhores carros, há mais competitividade nos transportes públicos, muitas industrias europeias deixaram de encerrar em Agosto para férias, as fronteiras estão abertas e as estradas permitem viagens mais rápidas e confortáveis. Como consequência, o regresso dos trabalhadores é mais faseado e Vilar Formoso transformou-se numa sombra do passado.
“Se eu não estivesse aqui há 30 anos não acreditava que esta terra já foi muito movimentada”, confessa José Saraiva, concessionário do bar-restaurante na estação de comboios de Vilar Formoso. Nos períodos áureos, o largo fronteiro ao terminal ferroviário enchia-se de carros nesta altura do ano. Agora, valem ao empresário os poucos clientes que foi fidelizando. Até no Sud-Express – o comboio diário que liga Lisboa a Paris – se nota uma quebra. “Antes, era grande e vinha cheio. Hoje, é pequeno e vem meio”, adianta José Saraiva, enquanto teoriza sobre as causas desta mudança: “Já não há tanta afinidade com o País, porque muitos dos filhos dos emigrantes já nasceram fora de Portugal.”
Manuela Fantasia, responsável pela gestão dos escritórios da empresa de transportes internacionais Internorte em Vilar Formoso, também nota uma mudança de comportamentos e hábitos dos emigrantes. “Na década de 70 havia dias em que se juntavam aqui mais de 200 autocarros com emigrantes. Neste momento é tudo mais compassado e os mais jovens preferem vir de carro.”
O que não ainda não mudou foram os sinais da crise económica e os tiques burocráticos do Estado. Os emigrantes vão e vêm todos os anos, mas ainda se sentem desprotegidos e até envergonhados com o seu País de origem. “Continuam a pedir muitos papéis por tudo e por nada”, queixa-se Armando da Cruz.
Por outro lado, quem chega a Vilar Formoso de autocarro, por exemplo, não tem uma central de camionagem para o receber. Os sanitários públicos junto à fronteira estão fechados com uma rede. Os sinais de abandono são evidentes nos edifícios estatais e os peditórios proliferam nas redondezas. No dia em que o CM lá esteve, um rapaz pedia donativos para a Cruz Vermelha Portuguesa. Mais à frente, um grupo de crianças carenciadas oferecia-se para limpar os pára-brisas dos carros, em troca de uma moeda ou de um cigarro. Este fim-de-semana o reforço policial impedirá a mendicidade.
VIDA DURA
Mais a Sul, na fronteira a uma dezena de quilómetros de Elvas, repetem-se histórias de emigrantes e das diferenças entre os países que os acolheram e Portugal. Quando entraram em território nacional, António e Ilda – dois emigrantes residentes em França há 38 anos – fizeram questão de parar o carro. A viagem fora longa e a fome apertara, mas o desejo de chegar a Portugal foi mais forte. Assim que chegaram, puxaram do farnel, colocaram-no em cima da viatura e almoçaram debaixo da sombra da única árvore da área de serviço na fronteira do Caia. Para trás tinham ficado 14 horas de viagem, interrompidas por algumas paragens para beber café ou ir à casa de banho.
“Saímos de casa há meia-noite de quarta-feira, de perto do aeroporto de Orly, a 27 quilómetros de Paris. Temos vindo devagar e sem sobressaltos de maior. Dentro de duas horas estamos na nossa casa, no Entroncamento. Logo comemos a sopa com a família e matamos as saudades”, diz António, de 67 anos, reformado desde 1996 da construção civil, onde trabalhou três décadas.
António e a sua mulher viajavam na companhia de um casal amigo residente em Portugal. “Como já estamos reformados fazemos esta viagem várias vezes ao ano. Estamos alguns meses na França, porque é lá que pagamos os nossos impostos, e depois regressamos a Portugal. Desta vez levámos uns amigos”, explica António, enquanto saboreia mais uma fatia de pão comprado ainda em solo espanhol.
A mulher, Ilda, lembra que há 20 anos os emigrantes visitavam os familiares em Portugal apenas uma vez por ano: “Os Pirenéus eram um castigo e depois passávamos por dentro de todas as localidades. A viagem de carro, com 1730 quilómetros, levava dia e meio e nos dias de hoje, com as auto-estradas, demora entre 17 a 18 horas. É muito menos cansativo”.
Aos 29 anos, António trocou o emprego de motorista de camiões em Portugal pelo trabalho na construção civil em França. “Já estava farto de conduzir e em França, apesar do trabalho ser mais difícil, ganhava-se muito mais nas obras”. Um ano depois foi a mulher. Trabalhou durante anos como porteira de um prédio até que uma doença a obrigou a reformar-se por invalidez. Os dois filhos, um casal com 26 e 33 anos, nasceram em França, mas optaram por vir para Portugal na adolescência.
“A vida era muito dura. O meu marido chegou a estar cinco anos sem vir a Portugal. Apenas eu e os meu filhos vínhamos passar uns dias com a família”, lembra Ilda. Hoje, para ela, emigrar não é o mesmo que antigamente, mas face à crise que Portugal atravessa ainda compensa, sobretudo em termos financeiros. “Também há muito desemprego na França e a vida lá é mais cara. Mas quem consegue um trabalho ganha mais do que num emprego idêntico em Portugal”. O sistema de saúde em França é que é muito melhor: “Cá, o meu filho fez um TAC por causa de umas dores nas costas e está há duas semanas para saber o resultado. Em França, faço o mesmo exame e sei logo o resultado”.
Quando António e Ilda se preparavam para os derradeiros quilómetros até à terra natal, Nuno e Sónia Afonso, mais o pequeno Tiago, de apenas dois anos, chegavam ao restaurante ‘Brasa’, no Caia, provenientes da Suiça, onde vivem há uma década. “Os meus pais são emigrantes há muitos anos. Fui para lá muito jovem e depois foi o Nuno quando tinha apenas 20 anos”, conta Sónia, de 29 anos. O casal saiu de casa, em Neuchatel, pelas 12h00 de terça-feira em direcção a Lisboa, onde residem os familiares. Depois de atravessar uma parte de França, entraram em território espanhol e descansaram num hotel.
“Costumávamos vir quase sempre de avião. Desta vez preferimos fazer os 2200 quilómetros de carro por causa da criança e para podermos passear um pouco por Portugal durante as três semanas de férias”, diz Nuno, manifestando-se surpreendido com o maior civismo encontrado nas estradas. “Encontram-se menos atrocidades. Os condutores estão mais respeitadores das regras de trânsito”. Este emigrante, de 30 anos, deixou a família há uma década. Seguiu a mulher e foi em busca de uma vida melhor. Tal como ela, trabalha numa relojoaria e, para já, não pensa regressar a Portugal. “Os portugueses estão outra vez a emigrar porque o País não está bem. E eu fico na Suiça enquanto compensar e tiver uma vida estável”.
Por isso, a grande maioria dos que cruzam a fronteira assim que chega Agosto ainda continuarão a ser emigrantes-turistas, que trabalham o ano inteiro no estrangeiro e vêm a Portugal apenas nas férias, para estarem com a família e aproveitarem o sol e a praia das ‘vacances’ que poucos países na Europa lhes podem oferecer.
SEIS MILHÕES DE EUROS ENVIADOS DIARIAMENTE
Os nossos compatriotas que trabalham e residem no estrangeiro enviam seis milhões de euros para Portugal todos os dias.
De Janeiro a Maio últimos, os depósitos bancários dos emigrantes totalizaram, em Portugal, 891,908 milhões de euros. Comparando com o mesmo período do ano passado, houve um crescimento de 9,25 por cento.
Em 2005, de acordo com o Banco de Portugal, as remessas dos emigrantes somaram 2,277233 mil milhões de euros, menos 164,933 milhões de euros do que em 2004, no qual as referidas verbas totalizaram 2,442,166 mil milhões de euros. Ou seja: uma quebra de 7,25 por cento.
Os meses em que os emigrantes mais dinheiro transferem para o nosso país são Julho, Agosto e Dezembro.
Em Julho de 2005 o total foi de 286,542 milhões de euros, menos 60,318 milhões de euros do que no mesmo mês de 2004.
No último mês do ano passado foram enviados 230,599 milhões de euros, mais 8,993 milhões de euros que em Dezembro de 2004.
No presente século, o ano com a quantia mais elevada remetida para Portugal pelos emigrantes foi 2001, durante o qual se registaram depósitos no total de 3,736,821 mil milhões de euros. Comparando esta verba com a de 2005, durante o qual se registaram remessas de 2,277233 milhões de euros, houve uma quebra de 64 por cento. Significa isto que se enviaram menos 1,459,588 milhões de euros.
Antes de o nosso país aderir à moeda única europeia, as remessas dos emigrantes eram uma importante fonte de entrada de divisas nos cofres portugueses. Também graças a essas remessas monetárias, que se fazem desde a década de 60 do século passado, quando se iniciou a emigração expressiva, muitas zonas do interior do País têm sido dinamizadas por aqueles que, ao fim de 20, 30, 40 anos de trabalho lá fora, regressam à Pátria.
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