Miguel’s Weblog

Entries categorized as ‘Mentalidades’

Ministra diz que a Saúde Oral sai cara

2 Junho, 2008 · Sem Comentários

Ao fazer uma afirmação destas, apesar de verdadeira, a Ministra demonstra a sua falta de visão e que não serve para o cargo que desempenha. A título de exemplo, há cerca de 20 anos a Bélgica estudou a hipótese de retirar a iluminação das autoestradas e chegou à conclusão que os danos sociais seríam muito maiores quando se contabilizassem as mortes, o absentismo e as pensões de invalidez (sem se referir aos gastos com a saúde, polícia e bombeiros). Em Portugal ir a um dentista tem o preço que todos sabemos e continua-se a ganhar mal. Não se investe na saúde e agora só falta ir a uma repartição qualquer e ser atendido por empregados desdentados. Há coisas fantásticas não há?

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É assim que Sócrates defende a Língua Portuguesa???

28 Maio, 2008 · Sem Comentários

A diplomacia portuguesa vai passar toda a ter um endereço electrónico em inglês. Ao nome de cada diplomata seguir-se-á a fórmula @foreignministry.pt. A opção pelo inglês está a ser criticada dentro do próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).
Agora, multiplicam-se os domínios de e-mail usados pelos diplomatas de carreira. Se o profissional estiver em Lisboa, o seu e-mail terminará em @mne.gov.pt, como o de qualquer outro funcionário. Mas se, de repente, for colocado no Afeganistão passará, a usar @wanadoo.fr. Na Alemanha usará @lissabon.diplo.de, em Angola @mail.telepac.pt, na Arménia @tin.it, no Bangladesh @yahoo.com ou @free.fr.
A mudança foi proposta pelo departamento informático do MNE, que quis uniformizar os e-mails de todo o corpo diplomático para evitar que os funcionários mudem de endereço electrónico sempre que são enviados para um novo país. Vários diplomatas em Lisboa já receberam as moradas.
Nas últimas semanas, a aprovação formal destas mudanças pelo secretário-geral do MNE, Fernando Neves, tem sido ridicularizada por muitos diplomatas e foi também duramente criticada em reuniões a nível de director-geral. Com os novos e-mails, pode-se imaginar três diplomatas, um em Lisboa, outro em São Tomé e Príncipe e um terceiro em Brasília, todos a trocar, em português, moradas de e-mail que acabam em foreignministry.pt.
Tadeu Soares, presidente da Associação Sindical dos Diplomatas Portugueses, prefere não se pronunciar. Remete para o secretário-geral do MNE, responsável pela aprovação da mudança, que o PÚBLICO não conseguiu ontem contactar.
Há alguns equívocos na informação que circula nos corredores de embaixadas e consulados de Portugal. Os anteriores endereços mantêm-se, assegura Paula Mascarenhas, assessora do MNE. Este novo endereço será mais uma ferramenta. E será sempre igual, acessível em qualquer país, como uma conta de Hotmail ou de Gmail, dois dos serviços de correio electrónico baseados na Internet mais usados em todo o mundo.
A uniformização existe noutros Estados. Mantém-se nas línguas maternas em países como a Alemanha e França. Mas assume o inglês em países como a Suécia ou a Finlândia, refere ainda a assessora.
Para o escritor e eurodeputado Vasco Graça Moura, que se tem batido contra a entrada em vigor do Acordo Ortográfico, esta mudança “só vem mostrar a insensibilidade do Governo nas questões relacionadas com a língua portuguesa”. “Começou com a campanha Allgarve, continuou com o Acordo Ortográfico e agora com isto”, salienta.
O recurso ao inglês contraria a tentativa de afirmação da língua portuguesa no mundo, concordam muitos dos diplomatas com quem o PÚBLICO falou e que consideram “ridícula” esta opção. “Está tudo relacionado com o orgulho ou com o complexo de inferioridade que se tem em usar a língua”, conclui Graça Moura.
Já Carlos Reis, a quem o Governo encomendou um estudo sobre a influência da língua portuguesa no mundo (ver pág. 15), não vê motivo para polémica. “Em situações que se justificam não tenho nada contra o uso do inglês”, diz o actual reitor da Universidade Aberta e anterior director da Biblioteca Nacional. E esta é, na sua opinião, uma dessas situações.

 

Fonte: Público

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Ser emigrante é….

7 Maio, 2008 · Sem Comentários

É ser o último a saber que se vai ser tio e não saber para quando é.

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Ser emigrante é…

6 Maio, 2008 · 1 Comentário

Ligar o messenger e ver amigos/conhecidos/família online e desejar um “bom dia” e de repente eles desligarem. Depois quando telefonamos ouvi-los dizer “Então que é feito de ti? Porque é que nunca mais deste notícias?”

É engraçado que este tema de “ser emigrante é…” é um dos temas que mais sucesso tem no blog e que mais reacções desperta via e-mail, e todos dizemos o mesmo!

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Nova rubrica: “Vida de emigrante é assim”

21 Abril, 2008 · 1 Comentário

Hoje dou início a uma nova rubrica tendo por base um post da semana passada intitulado “Vida de emigrante é assim“. Estou na Bélgica desde 1993 e gostaria de a partir de agora partilhar algumas das minhas experiências neste país fictício à beira-mar criado pela Alemanha, Holanda, França e Inglaterra.

Quando aqui cheguei trabalhei 3 anos e meio numa organização internacional em Bruxelas e era interessante ver quando alguns Portugueses chegavam a Bruxelas pela primeira vez. Vinham cabisbaixos, assim como não quer a coisa perguntavam onde era o Banco, onde se podia comprar produtos portugueses, onde eram as melhores lojas, qual era o melhor local para morar, etc. Passado uns meses pavoneavam-se nas lojas com os seus “badges” (cartões electrónicos) com o nome/bandeira das organizações internacionais onde trabalhavam e olhavam os demais como se eles fossem uns gigantes e os outros fossem pigmeus. Falavam francês e depois quando queriam repreender os filhos ou a mulher saía cada bujarda que era de fugir a sete pés…

Certa vez conversei com um dos vários bancários portugueses radicados na Bélgica e ele disse-me que era uma tristeza trabalhar com portugueses, passado uns meses passavam por ele e nem lhe falavam. Principalmente depois de tudo o que tinha feito por eles.

No ano passado fui ao mercado de Natal em Colónia e depois de ter passado Liège notei que havia um Mercedes que me seguia (tenho uma bandeira portuguesa debaixo da matrícula). Seguiu-me até Eupen e lá colocou-se ao meu lado durante cerca de 3 minutos e toda a famelga olhava para nós e para o meu carro (Opel Zafira novinho em folha) como se fossemos animais no Jardim Zoológico. A minha mulher que é Belga e está infelizmente habituada a estas “aves raras” desde que nos conhecemos disse-me “olha para aqueles pategos!” Quando lhes perguntei o que se passava acelararam e seguiram caminho, desta vez a alta velocidade. Tinham um lindo Mercedes com bandeira portuguesa colada atrás e com matrícula diplomática. Que tristeza!

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Vida de emigrante é assim

17 Abril, 2008 · 4 Comentários

Quando não telefonamos a dar notícias é porque não queremos saber da família e dos amigos, quando telefonamos é sempre “olha desculpa mas agora tenho que fazer, telefona depois”. Depois quando vamos de férias e queremos visitar alguém nunca dá jeito, está sempre tudo ocupado a ver a novela, a ir ao café ou ao Shopping, depois se vamos embora sem a visita da praxe fica tudo ofendido.

Dá cá uma vontade de telefonar e de ir a Portugal de férias… (não sou o único a dizer isto)!

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A humanidade das FARC e a solidariedade do PCP

9 Abril, 2008 · Sem Comentários

Fonte: Público

A rejeição por parte das FARC da intervenção francesa para tentar o resgate da franco-colombiana Ingrid Betancourt foi recebida em Paris como o desmoronar de todos os esforços.

Segundo as FARC, que dizem não ceder a operações mediáticas, a operação francesa não é uma operação concertada mas sim uma manobra do presidente colombiano Álvaro Uribe.

“É um fracasso. Temos a sensação de eterno retorno”, disse um represnetenate do movimento de apoio a Ingrid Betancourt em Paris. “Já sabemos que Uribe vai anunciar que as FARC se recusam a negociar. As FARC devem estar preparadas para assumir a culpa pela morte de Ingrid Betancourt”, acrescentou.

A França tinha enviado a semana passada um avião medicalizado, com dois tripulantes e um médico a bordo, para tentar entrar em contacto com a guerrilha marxista e tentar contactar com a refém que, segundo testemunhos, se encontra muito doente. Ingrid, ex-candidata presidencial da Colômbia, foi raptada pelas FARC em Fevereiro de 2002, há seis anos.

Não será demais afirmar que é muito estranho todo este silêncio por parte do PCP e do Avante sobre as condições de detenção de centenas de reféns por parte do grupo amigo que foi convidado para a Festa do Avante… Será que Jerónimo de Sousa e conpinchas só têm as antenas apontadas aos trabalhadores portugueses e aos irmãos Castro em Cuba? E o silêncio cúmplice sobre o que se passa no Tibete?

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I love this Conference

6 Abril, 2008 · Sem Comentários

Since yesterday we have been following the 178th Conference of the Church. I love the Church and I know that it is the only true Church on Earth. It’s wonderful to be led by inspired leaders who love God and serve Him with all their heart, might, mind and strength!

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Cartas do estrangeiro

1 Abril, 2008 · Sem Comentários

Domingo à noite foi transmitido um programa na televisão flamenga sobre uma família Belga Flamenga radicada em Portugal. Chamei a minha mulher para ver com os próprios olhos o que eu lhe tento fazer ver desde 1994 e que para ela é difícil de aceitar. Aquela hora chegou para perceber que voltar para Portugal é tarefa quase impossível. Para mim também foi extremamente útil porque pude ver Portugal pelos olhos de uma família Flamenga e não com os olhos da saudade com que sempre vejo. Gostaria de vos deixar aqui as ideias gerais transmitidas por aquela família:

Sistema de Saúde deficiente
A filha do casal adoeceu e em diversos consultórios e hospitais, mesmo depois de feitas radiografias e análises, foi diagnosticada uma mera constipação. Como a febre subiu aos 41° e a situação rápidamente se deteriorava, os pais decidiram trazer a filha a um hospital na Bélgica. Aqui foi-lhe diagnosticada uma grave infecção pulmonar e a filha teve de ser seguida de perto por especialistas durante algumas semanas.
A incredualidade em ver-se um enorme número de pessoas idosas que precisam de uma bengala para andar. Nunca tinha pensado nisso, mas aqui no norte da Europa quase não se vêem pessoas com muletas ou bengalas.

O inferno da Burocracia

São precisos documentos para tudo e mais alguma coisa e os documentos solicitados raramente estão prontos na data estabelecida pelos próprios serviços.

Construir ou renovar uma casa

É tarefa quase impossível porque muitas vezes as pessoas contratadas para trabalhar simplesmente não aparecem ou resolvem por iniciativa própria não trabalharem de acordo com os planos aprovados pelos arquitectos. Para ilustrarem mostraram como exemplo uma parede que deveria ser construída num certo lugar na sua nova casa e quando chegaram à obra depois de um dia de trabalho verificaram que o pedreiro estava a construir a parede num lugar completamente diferente, porque segundo ele, ali ficava melhor.

Simpatia e afabilidade das pessoas

Estavam encantados por terem sido ajudados por toda a gente da aldeia que escolheram quando se quiseram estabelecer em Portugal. Os vizinhos ajudaram no que podiam e na escola todos ajudaram bastante a filha do casal, ao ponto de ela dizer que não consegue ver o seu futuro na Bélgica.

Silêncio

Habituados a viver num País onde o stress é uma constante e onde o tempo para a família é reduzido ao mínimo, foi com espanto que pela primeira vez na vida viram que o silêncio absoluto existe. Disseram que havia dias em que não se ouvia nada ao redor e que aqueles dias cheios de stress e barulho que conheciam na Bélgica desapareceram.

Velhice

Estavam a pensar envelhecer em Portugal mas apenas com a condição de terem um Seguro de Saúde que lhes permitisse regressarem à Bélgica para serem assistidos sempre que precisassem de cuidados de saúde.

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Este é um programa transmitido semanalmente com Flamenfos radicados em diversas partes do Mundo.

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Gato Fedorento e a RTP Internacional

30 Março, 2008 · Sem Comentários

Hoje à tarde a minha alma ficou pasmada, não é que a RTP, num enorme serviço à comunidade portuguesa espalhada por essa Europa fora, transmitiu um episódio do Gato Fedorento de 2007 (campanha do Pirilampo Mágico). Parece que a RTP não tem mais nada para mostrar do que os mesmos programas N vezes. A RTP faz dos emigrantes uma comunidade de meninos de 3 anos que querem sempre ver os mesmos programas e ouvir as mesmas músicas. Tenham dó e respeitem-nos! Ainda bem que tenho 3 satélites porque senão já tinha morrido de tédio…

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Some comments on questioning another person’s faith

25 Março, 2008 · 1 Comentário

What is it about the LDS Church that inspires so many people to spend their time trying to prove it false or start whole ministries solely on proselyting to the Mormons? I don’t believe that there is any other faith that receives this much attention and whole websites devoted to disproving the claims of the LDS Church. These people often use “evidence” to support their claims and use obscure and unknown writings of the Church to discredit our beliefs. It’s one thing irregardless of your faith to teach about the Gospel of Christ to others. It’s quite another to try to convince others through evidence and interpretation that what you believe is false and wrong. Jesus Christ has taught to love and respect other’s beliefs and way of life. Did Jesus pick and chose who He wanted to teach about His Father in Heaven and how to live your life? According to the New Testament He didn’t, at least from my understanding. Did He teach the Apostles to go out and prove with evidence and to convince the people that what they believe in was wrong? He taught to teach the people irregardless of race or background His Gospel and let the Holy Spirit witness to them what they are taught is of God. I don’t need evidence or testimonies to prove to myself that what I believe is correct or not. That is what the Holy Spirit is for. Evidence and testimonies only support the ideas of what I believe is true. The LDS Church has taught this from the beginning. It is up to the individual to investigate whether or not a certain doctrine is true and to go ponder and pray about it. Sometimes you won’t receive an answer right away but eventually you will. It is taught in the scriptures to put our faith in God not on what you see and on witnessing miracles. The people of Jerusalem witnessed and testified of many miracles that they saw Jesus Christ perform and yet He was still crucified for what He believed in. We are not to sit in judgement in condemning another’s faith or way of life. That is left up to God to decide. I hope that I haven’t offended anyone with this post. If I do please forgive me. I respect everyone’s opinions but I am tired of reading someone’s article or posting condemning my faith and showing  “evidence” why my faith in God is wrong and false.

Source: On the trail of the Plates of Mormon

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Professora insultada, agredida e humilhada

20 Março, 2008 · 1 Comentário

Uma professora tirou o telemóvel a uma aluna de 9º ano pois esta estaria a brincar com ele durante a aula.

Não há respeito pelos professores e funcionários. Não há sanções apropriadas para quem tem extrema falta de educação e violência. NÃO ACONTECE NADA.

Fonte: Democracia em Portugal

Agora a minha pergunta à Sra. Ministra: “Qual é avaliação que espera esta professora? Será que ela age mal ou é a aluna? Como é que a Sra. reagiria nesta situação? No meu tempo isto daria suspensão ou até expulsão.

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Ana Drago arrasa de novo

19 Março, 2008 · Sem Comentários

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Wij hebben een Regering!!!

18 Março, 2008 · Sem Comentários

9 maanden verder en eindelijk hebben wij een regering. De beloofde staatshervorming is niets geworden en Vlaanderen heeft niets gekregen (had je anders verwacht???) Madame NON en haar vrienden hebben hun zin weer gekregen. Dit bewijs gewoon dat Vlaanderen niet klaar is voor onafhankelijkheid en dat de CD&V nog eens de kiezers bedrogen heeft.

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Lusitana Paixão

16 Março, 2008 · Sem Comentários

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Vamos ajudar este homem! - Lets help this man!

14 Março, 2008 · Sem Comentários

Originally uploaded by Tierecke

Será que não há ninguém na Segurança Social que olhe para este senhor e que lhe dê a possibilidade de ter um novo rosto? Será que não há médicos em Portugal ou empresários que estejam interessados em ajudar este senhor? Um País que deixa um cidadão chegar a este ponto o que é que se pode chamar? E a Igreja passa por isto e não vê?

Lembro-me quando ele ainda tinha esta doença em estado inicial e fiquei chocado ao ver esta imagem! Vamos ajudar este homem? Acho que a blogosfera pode ajudar muito neste caso se todos dermos as mãos!

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Je sais!

13 Março, 2008 · Sem Comentários

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Choices

5 Março, 2008 · Sem Comentários

“In my quiet moments, I think of the future with all of its wonderful possibilities and with all of its terrible temptations. I wonder what will happen to you in the next 10 years. Where will you be? What will you be doing? That will depend on the choices you make, some of which may seem unimportant at the time but which will have tremendous consequences.”

Gordon B. Hinckley, “Stay on the High Road,” Ensign, May 2004, 112-113

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Bloggers em tribunal?

5 Março, 2008 · Sem Comentários

Parece que hoje na TSF se falou sobre mais um processo contra um blogger. Há por aí muita gente com telhados de vidro e que se esquece do seguinte:

“1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações.

2. O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura. ” (Artigo 37.º da Constituição da República Portuguesa)

Quando eu era pequeno dizíam para eu ir domir porque senão vinha aí o Papão. Passaram 38 anos desde esse tempo mas parece que o verdadeiro Papão anda a passear em Portugal… ao que isto chegou!

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Met Brussel als het kan, zonder Brussel als het moet!

4 Março, 2008 · Sem Comentários

Op het gevaar af van verketterd te worden als een soort van Michael Collins-achtige figuur wens ik het hier even te hebben over Broekzele.  “Wat met Brussel” als Vlaanderen onafhankelijk wordt?  Als independist heb ik die opmerking uiteraard wel meerdere malen gehoord.  Bovendien heb ik sowieso een probleem met de term “onafhankelijkheid”.  Real-politik dicteert immers dat het hier om een soeverein Vlaanderen als lidstaat van de EU gaat.  Enkel en alleen om niet in voorbijgestreefde en autarkische natieconcepten te blijven steken.  Maar dit geheel terzijde, ik ging het over Brussel hebben. 

 In de onafhankelijkheidsoptiek bestaan er verschillende oplossingen voor Brussel.  Aan Franstalige kant denkt men dan vooral aan een Brusselse stadsstaat of een rest-België bestaande uit Brussel en Wallonië.  Aan Vlaamse kant denkt men er niet aan om Brussel op te geven en maakt deze stad integraal deel uit van de nieuwe republiek.  Bovendien zijn er nog een aantal exotischer oplossingen zoals het “Euro-Brussels DC” van de Warandegroep, en een bi-nationaal statuut waar Brussel bestuurd wordt door Vlaanderen en Wallonië (en Europa?)  Daarentegen is het nog steeds taboe om te spreken over een soeverein Vlaanderen zonder Brussel.  U hoort me al op mijn sloffen aankomen.  Ik durf daar wél over nadenken!  Voor de hele simpele reden dat bovenstaande oplossingen in de meeste gevallen weinig realistisch zijn.  De Franstalige Brusselaar zal, op enkele uitzonderingen na, nooit voor Vlaanderen kiezen.  Hun acute verlatingsangst werd reeds duidelijk, en deze kan snel omslagen naar pure afkeer.  Die reeds nu aanwezig is wanneer men de fora van Le Soir en La Libre Belgique afschuimt.  De houding van bepaalde Franstalige politici en extremisten doet de rest.  Op independistische webstekken leest men steeds dat “de Brusselaars zelf mogen kiezen” wanneer het over hun toekomst na België gaat.  Brusselaars kiezen niet voor Vlaanderen.  De afkeer is klaarblijkelijk te groot geworden.  Zelfs niet indien Vlaanderen een aantal “vette vissen” zou voorschotelen om Brussel mee te krijgen in het verhaal van een onafhankelijk Vlaanderen. 

Vlaanderen zonder Brussel dan.  Leefbaar?  Ik denk het wel.  Het sociaal-economische weefsel kent, in deze moderne tijden, géén staatsgrenzen meer.  Of Brussel nu een stadsstaat wordt of niet, nog steeds zullen velen van buiten de stad er gaan werken.  Dagelijks pendelen honderduizenden EU-burgers over de grenzen.  Niet alleen in Brussel, maar ook in Wenen, Luxemburg en andere grensgevallen.  Zelfs buiten de EU; dagelijks gaan bv. tienduizenden Fransen werken in Basel.  Een kwestie van duidelijke afspraken te maken.  De hoofdzetels van bedrijven en internationale instellingen zullen in Brussel blijven, of er nu staatsgrenzen verschuiven of niet.  Dit zijn belangen die boven staatsgrenzen staan.  Brussel zit verweven in de “Vlaamse ruimte” en omgekeerd.  Business as usual.  Is daarentegen een onafhankelijke stadsstaat leefbaar?  Dat is een andere zaak, daar Brussel in de huidige constellatie een rijke stad is, maar met een verpauperde bevolking.  Volledig afhankelijk van Vlaanderen qua verkeersinfrastructuur, water- en energievoorziening en grotendeels afhankelijk van Vlaamse (geschoolde) pendelaars.  Om nog maar te zwijgen van de financiële middelen. 

De recente onafhankelijkheid van Kosovo, Montenegro, Bosnië en anderen leert ons dat de internationale gemeenschap zich baseert op de reeds aanwezige grenzen.  Zo hebben bv. Montenegro en Slovakije aanzienlijke minderheden op hun grondgebied wonen.  Tot daar dus de wens van sommige Franstaligen om bij Brussel aan te sluiten na een eventuele Vlaamse onafhankelijkheid.  Exit corridor.  Vlaanderen zal binnen zijn huidige grenzen erkend worden minus Brussel, daar dit een apart gewest is.  De Vlamingen in Brussel zijn  - volgens de EU definitie – een erkende historische minderheid en hebben recht op bescherming.  Wat niet gezegd kan worden van de Franstalige “randgevallen”.  Tot daar geen vuiltje aan de lucht.  Maar nu komt de “clou” van de zaak.  Brussel zal moeilijk in staat zijn om zichzelf te bedruipen.  Het verliest een groot deel van de pendelende ambtenaren en in het beste geval zal men enkel kunnen teren op de vennootschapsbelasting en de personenbelasting van pendelaars die op “verdere” afstand van Brussel wonen.  In geval van grensarbeid (zone van +/- 20km, naar analogie met regeling ivm Nederlandse grenstreek) wordt men namelijk in de woonplaats belast.  Het verlies van deze inkomsten zal een flinke aderlating betekenen.      

Vlaanderen daarentegen, kan perfect co-existeren met een stadsstaat Brussel.  Niet alleen door de Vlaamse financiële draagkracht, maar vooral doordat Brussel op alle mogelijke manieren afhankelijk is van Vlaanderen.  Ook de Brusselaars zullen beseffen dat real-politik de enige mogelijheid tot overleven is.  Het zal niet lang duren vooraleer men zal proberen om tot een (losse) associatie met Vlaanderen te komen.  Bilaterale samenwerkingsakkoorden.  Omdat men niet anders kan.  Met andere woorden: vele Brusselaars willen niet met Vlaanderen geassocieerd worden, maar zullen ten langen leste niet anders kunnen.  Vlaanderen zonder Brussel?  Best mogelijk, want ze komen toch terug.  Om mettertijd aan te sluiten bij de Vlaamse Republiek? Voor mij is het duidelijk: bij dit soort van scenarios het been stijf houden.  Waar Brussel verliezen voor de Franstaligen een Pyrrhus-overwinning zal zijn, en voor Vlaanderen een probleem dat zich mettertijd -  in positieve zin -  zal oplossen.  We pull the strings, they don’t.  Ik doe niet mee aan belgicistische bangmakerij!

Bron: De man van Zoniën

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