Ao fazer uma afirmação destas, apesar de verdadeira, a Ministra demonstra a sua falta de visão e que não serve para o cargo que desempenha. A título de exemplo, há cerca de 20 anos a Bélgica estudou a hipótese de retirar a iluminação das autoestradas e chegou à conclusão que os danos sociais seríam muito maiores quando se contabilizassem as mortes, o absentismo e as pensões de invalidez (sem se referir aos gastos com a saúde, polícia e bombeiros). Em Portugal ir a um dentista tem o preço que todos sabemos e continua-se a ganhar mal. Não se investe na saúde e agora só falta ir a uma repartição qualquer e ser atendido por empregados desdentados. Há coisas fantásticas não há?
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Ministra diz que a Saúde Oral sai cara
2 Junho, 2008 · Sem Comentários
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É assim que Sócrates defende a Língua Portuguesa???
28 Maio, 2008 · Sem Comentários
A diplomacia portuguesa vai passar toda a ter um endereço electrónico em inglês. Ao nome de cada diplomata seguir-se-á a fórmula @foreignministry.pt. A opção pelo inglês está a ser criticada dentro do próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros (MNE).
Agora, multiplicam-se os domínios de e-mail usados pelos diplomatas de carreira. Se o profissional estiver em Lisboa, o seu e-mail terminará em @mne.gov.pt, como o de qualquer outro funcionário. Mas se, de repente, for colocado no Afeganistão passará, a usar @wanadoo.fr. Na Alemanha usará @lissabon.diplo.de, em Angola @mail.telepac.pt, na Arménia @tin.it, no Bangladesh @yahoo.com ou @free.fr.
A mudança foi proposta pelo departamento informático do MNE, que quis uniformizar os e-mails de todo o corpo diplomático para evitar que os funcionários mudem de endereço electrónico sempre que são enviados para um novo país. Vários diplomatas em Lisboa já receberam as moradas.
Nas últimas semanas, a aprovação formal destas mudanças pelo secretário-geral do MNE, Fernando Neves, tem sido ridicularizada por muitos diplomatas e foi também duramente criticada em reuniões a nível de director-geral. Com os novos e-mails, pode-se imaginar três diplomatas, um em Lisboa, outro em São Tomé e Príncipe e um terceiro em Brasília, todos a trocar, em português, moradas de e-mail que acabam em foreignministry.pt.
Tadeu Soares, presidente da Associação Sindical dos Diplomatas Portugueses, prefere não se pronunciar. Remete para o secretário-geral do MNE, responsável pela aprovação da mudança, que o PÚBLICO não conseguiu ontem contactar.
Há alguns equívocos na informação que circula nos corredores de embaixadas e consulados de Portugal. Os anteriores endereços mantêm-se, assegura Paula Mascarenhas, assessora do MNE. Este novo endereço será mais uma ferramenta. E será sempre igual, acessível em qualquer país, como uma conta de Hotmail ou de Gmail, dois dos serviços de correio electrónico baseados na Internet mais usados em todo o mundo.
A uniformização existe noutros Estados. Mantém-se nas línguas maternas em países como a Alemanha e França. Mas assume o inglês em países como a Suécia ou a Finlândia, refere ainda a assessora.
Para o escritor e eurodeputado Vasco Graça Moura, que se tem batido contra a entrada em vigor do Acordo Ortográfico, esta mudança “só vem mostrar a insensibilidade do Governo nas questões relacionadas com a língua portuguesa”. “Começou com a campanha Allgarve, continuou com o Acordo Ortográfico e agora com isto”, salienta.
O recurso ao inglês contraria a tentativa de afirmação da língua portuguesa no mundo, concordam muitos dos diplomatas com quem o PÚBLICO falou e que consideram “ridícula” esta opção. “Está tudo relacionado com o orgulho ou com o complexo de inferioridade que se tem em usar a língua”, conclui Graça Moura.
Já Carlos Reis, a quem o Governo encomendou um estudo sobre a influência da língua portuguesa no mundo (ver pág. 15), não vê motivo para polémica. “Em situações que se justificam não tenho nada contra o uso do inglês”, diz o actual reitor da Universidade Aberta e anterior director da Biblioteca Nacional. E esta é, na sua opinião, uma dessas situações.
Fonte: Público
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Morreu a heroína de Varsóvia
12 Maio, 2008 · Sem Comentários
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A polaca Irena Sendler, que salvou cerca de 2500 crianças de serem encaminhadas para campos de concentração nazi, morreu hoje, aos 98 anos, informou a sua família.
Sendler foi considerada como uma das grandes heroínas da resistência polaca ao nazismo, tendo estado nomeada para o Prémio Nobel da Paz.
A filha de Irena Sendler, Janina Zgrzembska, anunciou hoje que a sua mãe morreu num hospital de Varsóvia.
Sendler organizou a saída de cerca de 2500 crianças do Gueto de Varsóvia durante a violenta ocupação alemã, na Segunda Guerra Mundial. Ela - que trabalhava como assistente social - e a sua equipa de 20 colaboradores salvaram as crianças entre Outubro de 1940 e Abril de 1943, quando os nazis deitaram fogo ao Gueto, matando os seus ocupantes ou mandando-os para os campos de concentração.
Durante dois anos e meio, Irena Sendler conseguiu ludibriar os nazis e fazer sair do Gueto adolescentes, crianças e bebés - muitos deles disfarçados sob a forma de pacotes - e enviá-los para o seio de famílias católicas, para orfanatos, conventos ou fábricas.
Em Varsóvia viviam 400 mil dos 3,5 milhões de judeus que habitavam a Polónia.
“Fui educada na ideia de que é preciso salvar qualquer pessoa [que se afoga], sem ter em conta a sua religião ou notoriedade”, dizia Irena Sendler.
Nascida a 15 de Fevereiro de 1910, a figura de Irena Sendler permaneceu relativamente desconhecida na Polónia, à imagem de Oskar Schindler, que morreu na pobreza, mas que viria a ser imortalizado no cinema pelo realizador Steven Spielberg na película “A Lista de Schindler”.
Só em Março de 2007 a polaca foi homenageada de forma solene no seu país, tendo o seu nome sido proposto para o Prémio Nobel da Paz. Em 1965, porém, o memorial israelita Yad Vashem tinha já atribuído a Sendler o título de “Justo Entre as Nações”, reservado aos não-judeus que salvaram judeus.
Fonte: Público
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Juan Carlos: "Espanha é a minha pátria, Portugal o meu país"
8 Maio, 2008 · Sem Comentários
O rei espanhol Juan Carlos recordou esta quinta-feira com nostalgia, e num português quase perfeito, os tempos que passou em Portugal nas décadas de 1940 e ‘50, numa conversa com a fadista Mísia, noticia a agência Lusa.
A conversa decorreu depois de Mísia ter interpretado quatro fados, entre eles “«Que fazes aí Lisboa», no decurso da cerimónia de entrega dos Prémios Internacional de Jornalismo Rei de Espanha, no parque do Retiro de Madrid.
Falando em português, Juan Carlos disse a Mísia, de mãe catalã e pai português, que ainda hoje sente saudades do tempo que passou na zona do Estoril, onde chegou com oito anos, em 1946.
Dois anos depois regressaria a Espanha para estudar, mas nas férias voltava à que era a casa da família na Avenida de Londres, próximo do Colégio Amor de Deus onde tinha estudado.
«Espanha é a minha pátria, Portugal o meu país», disse Juan Carlos, referindo que apesar de ter nascido em Roma e vivido na Suíça, foi Portugal que lhe ficou «na alma».
Os pais de Juan Carlos mantiveram casa em Lisboa, a «Villa Giralda» até 1982, altura em que a família se mudou para Madrid.
Fonte: IOL Diário
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Metade dos Portugueses vive no estrangeiro
5 Maio, 2008 · Sem Comentários
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Muslims and Mormons
3 Abril, 2008 · Sem Comentários
By David Haldane, Los Angeles Times Staff Writer
The Mormon Church has to be among the most outgoing on earth; in recent years its leaders have reached out to, among others, Latinos, Koreans, Catholics and Jews.
One of the most enthusiastic responses, however, has come from what some might consider a surprising source: U.S. Muslims.
“We are very aware of the history of Mormons as a group that was chastised in America,” says Maher Hathout, a senior advisor to the Muslim Public Affairs Council in Los Angeles. “They can be a good model for any group that feels alienated.”
Which perhaps explains an open-mosque day held last fall at the Islamic Center of Irvine. More than half the guests were Mormons.
“A Mormon living in an Islamic society would be very comfortable,” said Steve Young, a member of the Church of Jesus Christ of Latter-day Saints attending the event.
The sentiment is echoed by Muslims. “When I go to a Mormon church I feel at ease,” said Haitham Bundakji, former chairman of the Islamic Society of Orange County. “When I heard the president [of LDS] speak a few years ago, if I’d closed my eyes I’d have thought he was an imam.”
Though the relationship has raised eyebrows and provided ammunition for critics of both religions, Mormons and Muslims have deepening ties in the United States.
What binds them has little to do with theology: Mormons venerate Jesus as interpreted by founder Joseph Smith, while Muslims view Muhammad as god’s prophet. Based on shared values and a sense of isolation from mainstream America, the connection was intensified by 9/11 and cemented by the Southeast Asia tsunami. It is especially evident in Southern California, with large Mormons and Muslim populations.
The Mormon Church has become the biggest contributor to Buena Park-based Islamic Relief, touted by its administrators as the West’s largest Muslim-based charity. Relief officials say the church has donated $20 million in goods and services since the 2004 tsunami, equal to about 20% of the charity’s annual budget.
Brigham Young University in Utah, the church’s major institution of higher learning, features what is thought to be one of the world’s best programs for translating classic Islamic works from Arabic to English. Though created primarily for academic purposes, the results have impressed Muslims flattered by the close attention.
“It shows they have a keen interest in the Muslim world,” said Levent Akbarut, a member of the Islamic Congregation of La Cañada-Flintridge.
And Mormons and Muslims say they often are co-hosts of educational and social programs at which, though some may be angling for long-term doctrinal influence, very little open proselytizing of each other seems to take place. “We have a very close and friendly relationship,” said Keith Atkinson, West Coast LDS spokesman.Mormons “explain our faith to anyone who will listen” and “treat Muslims like anybody else,” said Elder Dallin H. Oaks, a member of the Quorum of the 12 Apostles, one of the church’s top governing bodies in Salt Lake City. But Oaks added that “we don’t preach to people who would be disenfranchised” or likely offended by the effort.
Arnold H. Green, a history professor at BYU, has traced how early Mormons in the 19th century were hounded by accusations that church founder Smith was the American Muhammad. The first Mormons angrily denied any connection to the Muslim prophet but gradually accepted some comparisons, particularly that both religions were founded by post-Christian prophets with strong sectarian views. “As the church grew into a global faith,” Green wrote in a 2001 essay, “its posture toward Islam became . . . more positive” until, today, “the two faiths have become associated in several ways, including Mormonism’s being called the Islam of America.”
Both religions strongly emphasize family. They tend toward patriarchy, believing in feminine modesty, chastity and virtue. And although Islam discourages dancing involving both sexes, Mormons report that church-sponsored “modesty proms” commonly draw Islamic youths.
Both faiths adhere to religion-based health codes, including prohibitions against alcohol, but Mormons and Muslims share something more: membership in quickly growing minority religions that many other Americans have sometimes viewed with suspicion and scorn.
“We both come from traditions where there has been persecution in the past and continues to be prejudice,” said Steve Gilliland, LDS director of Muslim relations for Southern California. “That helps us Mormons identify with Muslims.”
A recent national survey by the Pew Research Center for the People & the Press and the Pew Forum on Religion & Public Life found that although a thin majority of those polled expressed positive opinions of Muslims and Mormons, the number was significantly less than those favoring Roman Catholics or Jews.
More than half the respondents said they had little or no awareness of the precepts and practices of either faith. But 45% saw Islam as more likely than other religions to encourage violence, and 31% said that Mormons weren’t Christian.
Armand L. Mauss, a Mormon and professor emeritus of sociology at Washington State University specializing in religious movements, said that unlike mainstream Christians and Jews, Muslims and Mormons “tend to make fairly stringent demands for religious conformity on their members.” These practices, he said, include discouraging marriage outside the religion and observing dietary laws, such as the Mormon prohibition against tobacco, alcohol and caffeine.
But the clincher, according to Mauss, is that both communities “have been stung in recent years by the recurrence of scandals over which they have no control.” For Muslims, the obvious example is 9/11.
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The Soviets in Afghanistan
31 Março, 2008 · Sem Comentários
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Ainda a Carolina Michaëlis…
25 Março, 2008 · Sem Comentários
“… Isto é o fim do Mundo”.
Pivot
(Segue Vídeo 1′ 10″)
Se o incurável optimista Pangloss tivesse visto o vídeo da aula de Francês no 9.º C, só podia ter comentado que era o fim do Mundo. E foi. O vídeo, a boçalidade dos comentários de quem filmou, os ataques selváticos de quem atacou, a birra criminosa da delinquente a quem tiraram o telemóvel, a indiferença da maioria da turma pelo horror do que se estava a passar mostram o malogro do sistema administrado pelo Ministério da Educação.
“Ha… ha… ha…ha…ha”
“DÁ-ME O TELEMÓVEL!”
Há um caso exemplar no historial governativo socialista onde Maria de Lurdes Rodrigues podia ir buscar inspiração. Em Março de 2001, depois da queda da ponte de Entre-os-Rios, o ministro da tutela anunciou que se demitiria com efeitos imediatos. Foi a maneira consciente de mostrar responsabilidade.
“Sai da frente… sai da frente!”
Por favor, façam-me a justiça de não considerar sequer que estou a fazer comparações. A enorme crise que atravessa o sistema educativo em Portugal e a queda de uma ponte cheia de pessoas em cima, com as consequentes fatalidades, são situações de gravidade específica que não toleram comparações. O que digo é que a decisão de Jorge Coelho de se retirar de funções porque a ponte de Entre-os-Rios era responsabilidade de vários departamentos do seu ministério, é o modelo de comportamento governativo.
“Ó Rui, ó Rui, ó Ruizinho!”
Maria de Lurdes Rodrigues tem um tremendo desastre entre mãos e contribuiu directamente para ele com as suas políticas de desrespeito de toda a classe docente e com o incompreensível arrazoado de privilégios estatutários garantísticos aos discentes, que estão a condenar toda uma geração e a comprometer o futuro de todo um país.
“Ó gorda, ó p (…), sai daí!”
Depois de todos termos, finalmente, visto aquilo que realmente se passa nas nossas escolas, nada pode ficar na mesma. A DREN, que já se devia ter ido embora no escândalo do professor Charrua, tem de sair porque aquela gente obviamente não sabe o que está a fazer. O Conselho Directivo da Carolina Michaëlis tem de ser imediatamente substituído por gente capaz de proibir telemóveis e de impor (não tenham medo da palavra), impor, um ambiente de estudo na escola pública. Reparem que durante o desacato e o linchamento da professora nenhum dos alunos abre a porta da sala de aulas e pede ajuda.
“Sai da frente… sai da frente!”
Isso atesta que já não ocorre aos próprios alunos que haja na escola alguém capaz de impor disciplina e restabelecer a ordem.
“Olha a velha vai cair!”
Por isto a Turma do 9.ºC tem de acabar! Por uma questão de exemplo, os alunos têm de ser dispersos por outras turmas e o 9.º C deve ficar com a sala fechada o resto do ano, numa admoestação clara de que este género de comportamento chegou ao fim. Maria de Lurdes Rodrigues não pode ficar à espera de receber outra vez o apoio do primeiro-ministro. Depois disto, é seu dever sair do cargo. E não é, como diz constantemente, a mais fácil das soluções. É a medida necessária para que haja soluções. A saída da ministra é, viu-se agora, uma questão de segurança nacional. É a mensagem necessária para a comunidade escolar, alunos e professores, entenderem que o relaxe, a desordem e o experimentalismo desenfreado chegaram ao fim. Que não há protecção política que os salve já da incompetência do Ministério, da DREN e de tudo o mais que nestes três anos nos trouxe à vergonhosa situação que o vídeo do YouTube mostrou ao país e ao Mundo. Uma questão mais os sindicatos viram as imagens de um crime a ser cometido em público contra uma professora. Façam o que devem. Façam as devidas queixas-crime contra a aluna agressora e contra quem filmou e usou abusiva e ilegalmente da imagem da professora a ser martirizada. O crime foi visto por todos. O Ministério Público tem competência para mover o adequado processo contra esses alunos. Cumpram o vosso dever sem tibiezas palavrosas. Já não se pode perder mais tempo com disparates.
Mário Crespo escreve no JN, semanalmente, às segundas-feiras
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Martina Navratilovna becomes Czech again
11 Março, 2008 · Sem Comentários
Tennis legend Martina Navratilova has taken back Czech citizenship - after saying she was ashamed of her adopted homeland, the United States.
The record-breaking star fled her native Czechoslovakia more than 30 years ago to live in the US.
She told a news conference in Tokyo that she has now reassumed Czech nationality.
She said: “I lost it at the time I defected. I got it back on January 9.”
The 51-year-old former world champion said she was maintaining dual nationality and keeping her US passport.
Born in Prague, Navratilova fled to the United States in 1975 at the height of the Cold War, angering communist authorities who stripped her of her nationality.
She became a US citizen six years later.
But Navratilova said last year that while she was once ashamed about Czechoslovakia, she was now ashamed of the United States under President George Bush.
She told Czech newspaper Lidove Noviny: “The thing is that we elected Bush. That is worse! Against that, nobody chose a communist government in Czechoslovakia.”
She has courted controversy in the States by comparing Republican politicians to Eastern Bloc communists for allegedly suppressing free speech.
Czechoslovakia split in 1993 after the fall of communism into the Czech Republic and Slovakia.
Navratilova has said that she left home because the communist authorities refused to let her play tennis in the US, where the vast majority of tournaments were then held.
She went on to win 18 Grand Slams - nine at Wimbledon, four at the US Open, three at the Australian Open and two at Roland Garros.
She retired in 1994 but returned to play doubles in 2000, again winning several tournaments. She hung up her racket again in December 2006 after winning in mixed doubles at the US Open, the 354th tournament of her career.
She is now planning to open an academy for young tennis players in the Czech Republic.
Source: Yahoo News
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Salt Lake Tribune
11 Março, 2008 · Sem Comentários
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Já se está a fazer ao voto
10 Março, 2008 · Sem Comentários
A síntese de José Sócrates em relação aos seus três primeiros anos de Governo foi feita no final de uma cerimónia de assinatura de contratos de investimento da Galp para a modernização das refinarias de Matosinhos e de Sines.
Se há síntese a fazer destes três anos de Governo em termos económicos, é que Portugal venceu a crise orçamental, pôs as contas públicas em ordem, geraram-se 94 mil novos postos de trabalho e, por outro lado, o crescimento económico foi de 1,9 por cento em 2007», declarou José Sócrates.
Segundo o primeiro-ministro, em 2005, quando iniciou funções de Governo, «ninguém diria que estes resultados seriam atingidos no final de 2007».
No entanto, o primeiro-ministro reconheceu logo a seguir que a actuação do seu Governo nestes últimos três anos «foi muito dura, muito exigente, muito difícil e áspera».
«Os portugueses têm naturalmente consciência que esta governação foi difícil, mas tivemos resultados - e bons resultados. Devemos pôr esses bons resultados ao serviço dos portugueses, mas nunca deitá-los fora por se achar que agora vamos entrar na facilidade. Respeito demasiado as dificuldades pelas quais se passou nestes últimos três anos», argumentou.
Ainda neste contexto de rejeição da «facilidade» em termos de adopção de medidas políticas, o primeiro-ministro adiantou que, desde Março de 2005, «houve até uma rudeza que foi exigida pela governação».
Interrogado se a fase de medidas ásperas do seu Governo já tinha sido ultrapassada, Sócrates voltou a referir-se ao actual clima de incerteza nos mercados mundiais.
«Gostaria que essa fase de Governo mais áspera estivesse ultrapassada em definitivo, porque fizemos um grande esforço nestes três anos. Mas precisamos ainda de saber os números: qual o resultado definitivo do défice em 2007; qual a execução orçamental destes primeiros meses de 2008; e como evolui a economia mundial este ano», apontou.
De acordo com o primeiro-ministro, «se não tivesse havido a crise» no mercado de sub prime, «responderia positivamente à questão de saber se a fase áspera de governação estava ultrapassada».
«Essa crise condiciona a evolução da política económica em todo o mundo e não apenas em Portugal», justificou ainda o primeiro-ministro.
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9 maanden verder… en niets!
10 Março, 2008 · Sem Comentários
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Hoje é o grande dia!
8 Março, 2008 · Sem Comentários
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O Sr. Ministro e os Sapatos Italianos…
6 Março, 2008 · Sem Comentários
Que tristeza, veja aqui.
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The “Dear Leader” executed 13 women and two men for having crossed the border into China
5 Março, 2008 · Sem Comentários
See full article here (in Portuguese).
Estou “mortinho” para ver a reacção do Jerónimo de Sousa a violação dos Direitos Humanos pelo regime do Querido Lider! Vai calar-se que nem um ratinho, aposto…
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Bloggers em tribunal?
5 Março, 2008 · Sem Comentários
Parece que hoje na TSF se falou sobre mais um processo contra um blogger. Há por aí muita gente com telhados de vidro e que se esquece do seguinte:
“1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações.
2. O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura. ” (Artigo 37.º da Constituição da República Portuguesa)
Quando eu era pequeno dizíam para eu ir domir porque senão vinha aí o Papão. Passaram 38 anos desde esse tempo mas parece que o verdadeiro Papão anda a passear em Portugal… ao que isto chegou!
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Microsoft baixa o preço do Windows Vista
29 Fevereiro, 2008 · Sem Comentários
SEATTLE (Reuters) - A Microsoft afirmou nesta quinta-feira que planeja reduzir preços das caixas do sistema operacional Windows Vista no varejo, uma medida para atrair consumidores para a versão mais recente do produto.
A maior produtora mundial de software disse que planeja redução de preço do Windows Vista em 70 países este ano, acompanhando o lançamento da primeira grande atualização do Vista, conhecida como Service Pack 1 (SP1).
O Windows Vista vendido em lojas e via Internet corresponde a menos de 10 por cento de todas as licenças do Windows, presente em cerca de 90 por cento do mercado mundial de computadores pessoais.
“Projetamos que essa decisão oferecerá grandes oportunidades… de vender mais cópias do Windows”, afirmou Brad Brooks, vice-presidente corporativo da Microsoft.
Nos Estados Unidos o preço do Windows Vista Ultimate, sistema operacional mais avançado oferecido pela empresa, caiu de 399 para 319 dólares para a versão completa e de 259 para 219 dólares para a versão de atualização, destinada a quem já possui o Windows XP ou outra edição do Windows Vista.
A empresa também reduzirá os preços das versões de atualização do Vista Home Premium, seu produto principal, de 159 para 129 dólares. O corte nos preços varia de país para país.
Nos mercados emergentes, a Microsoft vai parar de vender versões de atualização do Vista porque, para muitos consumidores será a primeira compra de uma cópia não falsificada do Windows. Em vez disso, a empresa venderá o Vista Home Premium e Home Basic pelo preço das versões de atualização.
A empresa vendeu mais de 100 milhões de licenças do Vista desde seu lançamento em janeiro de 2007, e sua adoção tem ajudado nos bons balanços da empresa nos últimos trimestres.
Fonte: Nataniel. Notícias sobre as TIC & Yahoo
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Ana Drago arrasa!
25 Fevereiro, 2008 · Sem Comentários
Fonte: A educação do meu umbigo
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Iranian man sentenced to 4 months in jail and 30 lashes for walking his dog
22 Fevereiro, 2008 · Sem Comentários
http://www.foxnews.com/story/0,2933,331528,00.html
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Líderes muçulmanos contra projecto para abolir mutilação genital feminina
21 Fevereiro, 2008 · Sem Comentários
Em conferência de imprensa realizada na quarta-feira, em Bissau, El Haj Abdou Bayo, presidente do Conselho Nacional Islamico (CNI), e Mustafa Rachid Djaló, presidente do Conselho Superior dos Assuntos Islamicos (CSAI), afirmaram ser contra qualquer discussão e eventual aprovação de legislação contra a prática «ancestral» da mutilação genital feminina.
De acordo com os dois dignitários islâmicos, os políticos guineenses «incorrem num grave erro e numa afronta ao Islão» se decidirem abolir um dos «sunnas», (mandamentos, em árabe) da religião muçulmana.
Na Guiné-Bissau, o Islamismo é a religião mais seguida, sendo praticada por cerca de 46 por cento da população.
O parlamento guineense, que se reúne em sessão plenária a partir do próximo dia 28, deverá debater uma proposta de lei apresentada pelo Instituto da Mulher e Criança (IMC) no sentido de ser adoptada legislação para abolir a prática da excisão no país, também conhecido pelo «fanado da mulher».
Segundo dados do IMC, só em Bissau e no ano de 2007 mais de quatro mil jovens foram sujeitas a excisão, situação que espelha o aumento da prática do «fanado» no país, apesar deste merecer a condenação da grande maioria da sociedade guineense.
Na opinião dos dois dirigentes religiosos, a prática do «fanado da mulher» é uma das recomendações constantes no Corão -livro sagrado dos muçulmanos - pelo que a sua abolição seria um «desrespeito» ao Islão.
O presidente da CNI apelou à classe política para que submeta o assunto a referendo, modalidade que não está prevista na Constituição guineense.
«Os políticos deviam ter o cuidado e levar esse assunto para um referendo nacional», disse El Haj Abdou Bayo.
Por seu turno, o presidente do CSAI acusou a classe política e as ONG de «atitudes contra o Islão» pela forma como têm tratado a questão de repatriamento de crianças talibés que são enviadas pelos pais para aprendizagem do Corão no Senegal.
Nos últimos meses, centenas de crianças guineenses foram repatriadas ou interceptadas na zona da fronteira entre a Guiné-Bissau e o Senegal.
A polícia e as organizações não governamentais locais dizem que estas crianças são escravizadas no Senegal ao invés de apreenderem o Corão.
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